Quando na praia, apareceu Tom um pouco pensativo
- Olá. O que é que fazes aqui, Tom?
- Vim, preciso de te falar uma coisa, disse ele para mim muito cabisbaixo.
- Tom, diz-me o que se passa contigo, zangaste-te com a Bri?
- Não, felizmente não. É o meu irmão, ele…
- Diz-me o que é que se passa com o Bill.
- Com ele está tudo bem. Tu gostas muito do meu irmão, verdade?
- Muito, nem tu imaginas o quanto Eu gosto dele.
- Ele é ideal. Suspirei.
- Diz-me uma coisa Mary, Tu confias em Mim?
- Sim claro.
- Então vem comigo, vamos até à praia.
- Mas eu estava à espera do teu irmão.
- Deixa-o ele quando chegar telefona-te.
Com boa intenção decidi ceder ao convite de Tom.
Pela praia fomos passeando até que.
Dei conta de que algo se mexia, a alguma distância.
- Tom olha, consegues perceber quem está ali ao fundo?
- Tom: não, não dá para perceber. Vamos lá ver?
- Espera Tom não vás, e se nos fazem mal, ou se é algum contrabandista?
- Anda vamos ver do que se trata.
Tom assobiou para fazer sinal. E recebeu um assobio.
Então do nada vários candeeiros de acenderam e direito a mim vem o Bill, e nos seus braços estava um ramo de flores.
- Feliz aniversário. Amo-te.
- Bill, Tu és demais, é por isso que eu te adoro. Obrigada.
- Então e onde é que foi o Tom.
- O meu irmão foi-se embora, diz que não queria ficar a segurar vela.
- Tu planeaste isto tudo para mim?
- Sim, quero que saibas que te amo muito. E aqui está a prova do meu amor, abre.
Era uma caixa quadrara com 10 por 10 cm e nela estava contidos dois fios com metade de um coração cada um.
- Isto é a prova de que juntos somos um só, enquanto separados somos dois.
27-07-2010

Sem comentários:
Enviar um comentário