segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Uma noite na praia

Anoitecia cada vez mais, e nem sinal do Bill, começara a ficar preocupada, pois combinara com ele 21.00 e eram quase 22.00.


Quando na praia, apareceu Tom um pouco pensativo


- Olá. O que é que fazes aqui, Tom?


- Vim, preciso de te falar uma coisa, disse ele para mim muito cabisbaixo.


- Tom, diz-me o que se passa contigo, zangaste-te com a Bri?


- Não, felizmente não. É o meu irmão, ele…


- Diz-me o que é que se passa com o Bill.


- Com ele está tudo bem. Tu gostas muito do meu irmão, verdade?


- Muito, nem tu imaginas o quanto Eu gosto dele.

- Ele é ideal. Suspirei.


- Diz-me uma coisa Mary, Tu confias em Mim?


- Sim claro.


- Então vem comigo, vamos até à praia.


- Mas eu estava à espera do teu irmão.


- Deixa-o ele quando chegar telefona-te.


Com boa intenção decidi ceder ao convite de Tom.


Pela praia fomos passeando até que.


Dei conta de que algo se mexia, a alguma distância.


- Tom olha, consegues perceber quem está ali ao fundo?


- Tom: não, não dá para perceber. Vamos lá ver?


- Espera Tom não vás, e se nos fazem mal, ou se é algum contrabandista?


- Anda vamos ver do que se trata.


Tom assobiou para fazer sinal. E recebeu um assobio.


Então do nada vários candeeiros de acenderam e direito a mim vem o Bill, e nos seus braços estava um ramo de flores.


- Feliz aniversário. Amo-te.


- Bill, Tu és demais, é por isso que eu te adoro. Obrigada.


- Então e onde é que foi o Tom.


- O meu irmão foi-se embora, diz que não queria ficar a segurar vela.


- Tu planeaste isto tudo para mim?


- Sim, quero que saibas que te amo muito. E aqui está a prova do meu amor, abre.


Era uma caixa quadrara com 10 por 10 cm e nela estava contidos dois fios com metade de um coração cada um.


- Isto é a prova de que juntos somos um só, enquanto separados somos dois.










27-07-2010

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